SPFW (DAY 05 Domingo.21)

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O penúltimo dia do SPFW foi um domingão, e nada mais paulista num domingão que sair e ir … pro Minhocão? Para os fashionistas isso foi o que aconteceu. Todo mundo num desfile aberto da Cavalera, o primeiro do domingo de sol.

O desfile trouxe um milhão de looks. Era roupa que não acabava mais. Ainda bem que o formato permitia isso, com os modelos andando como se estivessem num domingo preguiçoso, uns de bicicleta, outros de patins, crianças, uma coisa! Achei tão divertido e bem bolado, sem contar que todo mundo gosta de coisas inspiradas em sua cidade ou estado. Todo mundo tem esse amorzinho pelo lugar que mora ou que nasceu né? E a coleção verão 2010 da Cavalera é toda inspirada em São Paulo, que gostoso. A bandeira e as cores estão em todos lugares, mochilas, calças, sapatos, botões, cintos, e por aí vai. As estampas do céu azul também eram lindas. Fiquei com vontade de tudo, mas eram tantos detalhes que era o tipo de desfile para ver e viver mesmo.

Depois, todos fashionistas voltaram para a Bienal para o segundo desfile do dia. Só que este também aconteceu na parte de fora, acessível para todo mundo. A marca Neon trouxe aquilo que ela sempre faz: tecidos maxi coloridos, muito fluo, muito colorido, vestidões, colants, chapéus e…a bunda da modelo. Desnecessário.

Finalmente já dentro da Bienal, veio o desfile do Ronaldo Fraga que também empolgou os blogueiros e fashionistas. Com vários elementos da Disney (olha os cabelos orelhas do Mickey das modelos e o saquinho de dinheiro igual do Tio Patinhas) e elementos do Dia de Los Muertos, Ronaldo trouxe suas peças experimentalistas e acertou na crítica.

Jefferson Kulig, que veio em seguida, promoveu o efeito contrário. As peças não empolgaram, tinham detalhes estranhos que lembravam fios de aço prontas para espetar quem chegasse perto. A parte boa ficou nos visuais com penas (tô super numa fase penas). Ninguém pareceu se empolgar.

O penúltimo desfile do domingão foi o do Mario Queiroz, e meninos, meninos meninos. Os sapatos, um oxford estilizado. Os visuais misturavam uma sobriedade social e um colorido vermelho-rosa que não é pra qualquer um.

E pra finalizar, Lino Villaventura deixou a crítica feliz com um desfile conto-de-fadas com uma maquiagem e visuais tão conectados. Me apaixonei ainda mais pelo detalhe super bem pensado: os visuais das meninas eram todos como fadas brancas, com tecidos leves e claros. Já os meninos vinham em versões demoninhos com vermelhos, roxos e verdes. Agradou geral!

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